<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Cerratinga</title>
	<atom:link href="https://www.cerratinga.org.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.cerratinga.org.br/</link>
	<description>Produção sustentável e consumo consciente</description>
	<lastBuildDate>Fri, 01 Oct 2021 19:33:04 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>
	<item>
		<title>#CerradoQueDáGosto: sociobiodiversidade no dia a dia</title>
		<link>https://www.cerratinga.org.br/noticias/cerradoquedagosto-sociobiodiversidade-no-dia-a-dia/</link>
					<comments>https://www.cerratinga.org.br/noticias/cerradoquedagosto-sociobiodiversidade-no-dia-a-dia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[cerratinga]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Oct 2021 19:31:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://novo.cerratinga.org.br/?p=1452</guid>

					<description><![CDATA[<p>Iniciativa convida população brasileira a conhecer a biodiversidade do Cerrado e incentiva o consumo de produtos locais para valorizar a produção sustentável e minimizar os impactos sociais agravados pela pandemia de Covid-19</p>
<p>O post <a href="https://www.cerratinga.org.br/noticias/cerradoquedagosto-sociobiodiversidade-no-dia-a-dia/">#CerradoQueDáGosto: sociobiodiversidade no dia a dia</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.cerratinga.org.br">Cerratinga</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<h4 align="center"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1446" src="https://novo.cerratinga.org.br/site/wp-content/uploads/2021/09/ISPN_webbanner-1400x400px_01-gif.gif" alt="" width="1400" height="400" /></h4>
<h4 align="center">Iniciativa convida população brasileira a conhecer a biodiversidade do Cerrado e incentiva o consumo de produtos locais para valorizar a produção sustentável e minimizar os impactos sociais agravados pela pandemia de Covid-19</h4>
<p align="center">
</div>
<div>
<p>Já imaginou a delícia que é preparar pratos feitos com ingredientes do coração do Brasil e ainda incentivar a cadeia sustentável por trás de um consumo consciente? Essa é a proposta da Campanha #CerradoQueDáGosto, realizada pelo ISPN em parceria com o WWF e tem apoio da União Europeia (UE). Como parte do Projeto Cerrado Resiliente (CERES), também desenvolvido pelas organizações, a campanha propõe um desafio a brasileiros e brasileiras que estão nas redes sociais: preparar pratos com frutos da sociobiodiversidade da savana brasileira e postar em seus perfis no instagram com a hashtag #CerradoQueDáGosto. Os pratos mais criativos receberão um kit com produtos do bioma. Eles serão eleitos com o apoio da embaixatriz da campanha, a chef indígena do povo Terena, no Mato Grosso do Sul, Kalymaracaya Nogueira.</p>
</div>
<div>
<p>A iniciativa acontece em um momento preocupante para o país. Com a pandemia de Covid-19 e a má gestão do governo federal, milhares de pessoas encontram-se em situações de vulnerabilidade, entre elas, muitas no campo. Segundo estudo da Universidade Livre de Berlim, que analisou os efeitos da pandemia da Covid-19 sobre a alimentação da população brasileira, mais de 75% dos domicílios localizados em áreas rurais estavam em situação de insegurança alimentar entre agosto e dezembro de 2020. Além de divulgar a diversidade do Cerrado, a Campanha também busca estimular o consumo de alimentos advindos da agricultura familiar, desenvolvidos por produtores locais e povos e comunidades tradicionais. A Campanha, assim, é um chamado para incentivar a sociedade urbana a consumir as riquezas culinárias do país e contribuir com a geração de renda do campo, especialmente nesse momento crítico.</p>
</div>
<div>
<p>Durante as quatro semanas do mês de outubro, quando também é comemorado o Dia Mundial da Alimentação (16), a Campanha abordará quatro alimentos do Cerrado trabalhados dentro do Projeto Ceres: o buriti, o babaçu, o baru e o mel das abelhas nativas sem ferrão. Além das propriedades nutritivas e de possibilidades de receitas simples e que podem ser inseridas no cotidiano, a iniciativa dá destaque para aqueles que beneficiam esses produtos com sabedorias ancestrais. O modo de vida de agricultores e agricultoras familiares, e povos e comunidades tradicionais são destacados e evidenciarão como é possível consumir de forma consciente, apoiando esses grupos que são protagonistas na conservação ambiental.</p>
</div>
<div>
<p>Ainda dentro da campanha, os internautas podem conhecer o site Cerratinga, uma página desenvolvida pelo ISPN e que, além de trazer informações sobre as espécies do Cerrado e da Caatinga, apresenta receitas, a diversidade de povos e comunidades tradicionais e ainda indica alguns produtores que comercializam produtos vindos da sociobiodiversidade. O portal ainda é recheado de fotografias e ilustrações desses frutos, muitos ainda desconhecidos de grande parte da população brasileira.</p>
</div>
<div>
<p>Inserir o Cerrado no dia a dia dos brasileiros, principalmente os que estão distantes da realidade do campo, em grandes centros urbanos, é pensar em modos de consumo que considerem o enfrentamento às injustiças sociais e incentivem o equilíbrio ambiental. Baru, buriti, babaçu e mel são só algumas das tantas riquezas que o Cerrado tem e estão prontas para serem conhecidas e valorizadas no país. Dá gosto se alimentar das riquezas deste Brasil, que é diverso em sabores e saberes.</p>
</div>
<div>
<h4><b>Para acompanhar a Campanha, siga o ISPN nos Instagram</b><b>: @ispn_brasil</b></h4>
</div>
<div>
<h4>Sobre o Projeto CERES:</h4>
</div>
<div>
<p>O Projeto Cerrado Resiliente (CERES) atua pela conservação do Cerrado por meio da valorização e incentivo da produção sustentável no bioma. Como objetivos principais, o CERES busca promover: a agricultura sustentável e sistemas alimentares inteligentes para o clima; a conservação por meio do uso sustentável da sociobiodiversidade e do fortalecimento das áreas protegidas; políticas públicas e privadas e práticas de segurança hídrica e alimentar, manejo sustentável da paisagem e redução da conversão de ecossistemas. O Projeto é uma iniciativa desenvolvida pelo ISPN, WWF Brasil, WWF Paraguai e WWF Holanda, com financiamento da União Europeia.</p>
</div>
<p>O post <a href="https://www.cerratinga.org.br/noticias/cerradoquedagosto-sociobiodiversidade-no-dia-a-dia/">#CerradoQueDáGosto: sociobiodiversidade no dia a dia</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.cerratinga.org.br">Cerratinga</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.cerratinga.org.br/noticias/cerradoquedagosto-sociobiodiversidade-no-dia-a-dia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cerrado é homenageado com site multimídia</title>
		<link>https://www.cerratinga.org.br/noticias/cerrado-e-homenageado-com-site-multimidia/</link>
					<comments>https://www.cerratinga.org.br/noticias/cerrado-e-homenageado-com-site-multimidia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[cerratinga]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jul 2021 14:51:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://novo.cerratinga.org.br/site/?p=1</guid>

					<description><![CDATA[<p>ISPN chama atenção para a importância desta savana brasileira para o equilíbrio climático global. Concentrando as atenções do mercado internacional importador de commodities e, ao mesmo tempo, de governos preocupados com a conservação ambiental, o bioma é apresentado com fotos, vídeos e infográficos no site Cerrado Vivo.</p>
<p>O post <a href="https://www.cerratinga.org.br/noticias/cerrado-e-homenageado-com-site-multimidia/">Cerrado é homenageado com site multimídia</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.cerratinga.org.br">Cerratinga</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Poucas pessoas do Brasil – e muito menos do mundo – sabem que o Cerrado é uma reserva de água e biodiversidade indispensáveis para o equilíbrio climático global. Também é fato pouco conhecido o bioma ser a savana mais biodiversa do mundo, concentrando 5% das espécies do planeta. Além disso, também segue ignorada a presença massiva de comunidades tradicionais que conservam o Cerrado com extrativismo e modos de vida sustentáveis que são exemplo para a humanidade que almeja o desenvolvimento econômico sem impacto ambiental.</p>
<p>Com o intuito de conscientizar a população sobre a importância do bioma, é lançado o portal <strong>Cerrado Vivo</strong>, que traz uma amostra visual e textual de suas riquezas, apontando os elementos ameaçadores dessa reserva. Por ser uma região de intensa expansão do agronegócio descontrolado, que ameaça povos, flora, fauna e água, a página web também destaca quais são os principais desafios enfrentados atualmente pelo bioma e suas populações. Interessados podem acessar o site pelo link <a href="http://www.cerradovivo.ispn.org.br/">www.cerradovivo.ispn.org.br</a>.</p>
<p>A novidade é uma realização do Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN), ONG socioambiental que atua há 31 anos na conservação do bioma pela proteção aos povos e comunidades tradicionais.</p>
<h3>Tesouros e ameaças globais</h3>
<p>Histórias de vidas de defensoras climáticas, formas de geração de renda, sustentabilidade e curiosidades são abordadas pelo portal, que será atualizado com materiais e dados sobre o Cerrado. Um dos destaques é a região ser conhecida como “berço das águas”. Das 12 bacias hidrográficas do Brasil, oito nascem no Cerrado. O portal traz em sua estreia a história de Dona Lúcia, geraizeira e raizeira, conhecida como a guardiã desse grande mar de água doce.</p>
<p>As mulheres Kalunga, habitantes do maior território quilombola do Brasil, localizado no noroeste de Goiás, também são destaque do projeto. “Os povos e comunidades tradicionais do Cerrado são os grandes responsáveis pela conservação do Cerrado em pé, são verdadeiros defensores climáticos”, comenta Isabel Figueiredo, Coordenadora do Programa Cerrado e Caatinga do ISPN. “Nossa savana é amplamente povoada por pessoas que usam os recursos naturais de forma sustentável, garantem segurança alimentar, abastecem as cidades e geram renda, em uma relação harmônica com o meio ambiente”, acrescenta.</p>
<p>O Cerrado Vivo é um convite para que pessoas conheçam esse tesouro que é patrimônio natural do Brasil e que está diretamente ligado aos cinco continentes do planeta, especialmente pela grade quantidade de estoque de carbono e das bacias hidrográficas, que influem nos climas globais. A página tem versão em português e inglês.</p>
<p>(Foto: Acervo ISPN/André Dib)</p>
<p>O post <a href="https://www.cerratinga.org.br/noticias/cerrado-e-homenageado-com-site-multimidia/">Cerrado é homenageado com site multimídia</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.cerratinga.org.br">Cerratinga</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.cerratinga.org.br/noticias/cerrado-e-homenageado-com-site-multimidia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Agricultores familiares lançam loja virtual com produtos do Cerrado e da Caatinga</title>
		<link>https://www.cerratinga.org.br/noticias/agricultores-familiares-lancam-loja-virtual-com-produtos-do-cerrado-e-da-caatinga/</link>
					<comments>https://www.cerratinga.org.br/noticias/agricultores-familiares-lancam-loja-virtual-com-produtos-do-cerrado-e-da-caatinga/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[cerratinga]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2020 21:40:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://novo.cerratinga.org.br/?p=1038</guid>

					<description><![CDATA[<p>A loja virtual da Central do Cerrado reúne mais de 30 associações e cooperativas de diferentes pontos do país Baru, jatobá, pequi, umbu. Ingredientes regionais que simbolizam a biodiversidade encontrada nos sabores brasileiros. A safra do Cerrado e da Caatinga inspira agricultores que residem em alguns territórios desses biomas — Minas Gerais, Distrito Federal, Tocantins,&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.cerratinga.org.br/noticias/agricultores-familiares-lancam-loja-virtual-com-produtos-do-cerrado-e-da-caatinga/">Agricultores familiares lançam loja virtual com produtos do Cerrado e da Caatinga</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.cerratinga.org.br">Cerratinga</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h5>A loja virtual da Central do Cerrado reúne mais de 30 associações e cooperativas de diferentes pontos do país</h5>
<p dir="ltr">Baru, jatobá, pequi, umbu. Ingredientes regionais que simbolizam a biodiversidade encontrada nos sabores brasileiros. A safra do Cerrado e da Caatinga inspira agricultores que residem em alguns territórios desses biomas — Minas Gerais, Distrito Federal, Tocantins, Bahia, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Maranhão, Piauí, Pará e Goiás — a beneficiarem produtos alimentícios e a produzirem artesanato com riqueza cultural que garante autonomia e renda.</p>
<p dir="ltr">Comunidades de agricultores familiares extrativistas protagonizam esse trabalho, que raramente ocupa as prateleiras dos supermercados. Juntas elas formam a Central do Cerrado: uma cooperativa formada por mais de 30 organizações comunitárias (entre cooperativas e associações) e funciona como uma ponte entre quem produz e quem consome. Em tempos de fortalecimento do serviço de entregas, a Central inaugura uma nova plataforma onde o internauta de qualquer lugar do país encontra mais de 200 itens e pode recebê-los sem sair de casa.</p>
<p dir="ltr">“Com a situação do COVID19 e isolamento social, muitas dessas comunidades tiveram o escoamento de sua produção comprometidos. A venda pela loja virtual é uma forma de escoar os produtos dessas comunidades e garantir renda para as famílias agroextrativistas. A comercialização ajuda a manter o Cerrado e Caatinga em pé, conservar a biodiversidade nativa, incentiva a permanência no campo, valoriza a cultura local e o modo de vida tradicional”, ressalta o secretário executivo da Central do Cerrado, Luis Roberto Carrazza.</p>
<p dir="ltr">As agroindústrias das comunidades de produtores da Central do Cerrado operam observando os cuidados básicos de distanciamento social, uso de máscaras, cuidados redobrados de higienização pessoal, esterilização das estruturas de equipamento e insumos: detalhes também observados pela equipe da Central do Cerrado no preparo e envio dos pedidos da loja virtual.</p>
<h5 dir="ltr">Produtos da sociobiodiversidade</h5>
<p dir="ltr">Entre as opções de compra estão alimentos como farinhas especiais com destaque para o mesocarpo de babaçu (500g, R$ 15) da Cooperativa dos Pequenos Produtores Agroextrativistas de Esperantinópolis (Coopaesp) da comunidade tradicional das quebradeiras, de Esperantinópolis, no Maranhão; as farinha de buriti (1 kg, R$ 50) da cooperativa Grande Sertão de Montes Claros, Norte de Minas Gerais — além do flocão de milho não-transgênico (500g, R$ 7) (matéria-prima para o cuscuz nordestino) da Cooperativa Agropecuária Mista Regional de Irecê (Copirecê), de Irecê, na Bahia.</p>
<p dir="ltr">As castanhas brasileiras também ganham destaque no novo site, entre elas a castanha-de-baru da cooperativa Copabase (300g, R$35), super proteica e energética, um dos grandes ícones do Cerrado. Pouco utilizada pelos chefs de cozinha, a castanha-de-pequi (100g, R$15) também figura entre as oleaginosas oferecidas pela Central do Cerrado lado a lado da amêndoa de licuri torrada (100g, R$7), da Cooperativa de Produção da Região do Piemonte da Diamantina (Coopes), também chamado de coquinho na Bahia e rico em proteínas. Na categoria bebidas a página apresenta o licor de pequi da marca familiar Savana Brasil (700ml, R$70) e a cerveja de coquinho azedo fruit beer (600ml, R$ 25)  da cooperativa Grande Sertão, de Montes Claros, Minas Gerais.</p>
<p dir="ltr">Além dos produtos, o internauta encontra informações sobre a origem social e territorial das comunidades produtoras. Entre os conteúdos da plataforma estão receitas, fichas técnicas e dicas de uso.</p>
<h5 dir="ltr">Saiba mais sobre a Central do Cerrado</h5>
<p dir="ltr">A Central do Cerrado é uma cooperativa formada por diversas organizações comunitárias de agricultores familiares extrativistas do Cerrado e da Caatinga. Nossa missão é manter os modos de vida tradicionais e conservação dos territórios onde vivem esses povos a partir da comercialização de produtos desenvolvidos através do uso sustentável da biodiversidade nativa.</p>
<h5 dir="ltr">Entregas em todo o Brasil pelo site:<br />
<a href="http://www.centraldocerrado.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.centraldocerrado.org.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1589635557629000&amp;usg=AFQjCNG1Of0QGESpvshwrLWoJfXoopcSRQ">www.centraldocerrado.org.br</a></h5>
<p>O post <a href="https://www.cerratinga.org.br/noticias/agricultores-familiares-lancam-loja-virtual-com-produtos-do-cerrado-e-da-caatinga/">Agricultores familiares lançam loja virtual com produtos do Cerrado e da Caatinga</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.cerratinga.org.br">Cerratinga</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.cerratinga.org.br/noticias/agricultores-familiares-lancam-loja-virtual-com-produtos-do-cerrado-e-da-caatinga/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A Produção brasileira de alimentos e as dificuldades enfrentadas para sua regularização sanitária</title>
		<link>https://www.cerratinga.org.br/noticias/a-producao-brasileira-de-alimentos-e-as-dificuldades-enfrentadas-para-sua-regularizacao-sanitaria/</link>
					<comments>https://www.cerratinga.org.br/noticias/a-producao-brasileira-de-alimentos-e-as-dificuldades-enfrentadas-para-sua-regularizacao-sanitaria/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[cerratinga]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Apr 2016 21:47:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://novo.cerratinga.org.br/?p=1049</guid>

					<description><![CDATA[<p>Nos últimos anos, quem tem acompanhado o desenvolvimento da agricultura familiar no Brasil, percebe a crescente corrente do movimento agroecológico brasileiro. Esta nova abordagem da agricultura, que busca integrar os diversos aspectos sociais, econômicos e ambientais na unidade de produção familiar, enfrenta entraves regulatórios que desconsideram o papel da agroecologia na economia e na qualidade&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.cerratinga.org.br/noticias/a-producao-brasileira-de-alimentos-e-as-dificuldades-enfrentadas-para-sua-regularizacao-sanitaria/">A Produção brasileira de alimentos e as dificuldades enfrentadas para sua regularização sanitária</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.cerratinga.org.br">Cerratinga</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos anos, quem tem acompanhado o desenvolvimento da agricultura familiar no Brasil, percebe a crescente corrente do movimento agroecológico brasileiro. Esta nova abordagem da agricultura, que busca integrar os diversos aspectos sociais, econômicos e ambientais na unidade de produção familiar, enfrenta entraves regulatórios que desconsideram o papel da agroecologia na economia e na qualidade de vida das famílias envolvidas. A legislação brasileira de produção de alimentos, por exemplo, não é apenas ultrapassada para atender as demandas desse setor, é inadequada, excludente e moralmente injusta com segmentos sociais que estão à margem do apoio do estado.</p>
<p>O marco legal da produção de alimentos é definido por uma série de leis, decretos e normas que compõem o sistema sanitário brasileiro. Este, estabelece as regras para o processamento e consumo de alimentos seguros, quer dizer, tem o papel de determinar o que é seguro para ser consumido por uma parcela significativa da população. Porém, o que vem determinando o padrão de segurança do alimento, é a esterilização e homogeneização nos processos de produção e transformação alimentar. De fato, é uma completa inversão de valores sociais e culturais, pois privilegia uma indústria rica e globalizada, em detrimento da ampla diversidade alimentar e do patrimônio histórico e cultural brasileiro.</p>
<p>Para entender a complexidade do nosso sistema sanitário atual, é necessário realizar uma distinção entre os diversos tipos de alimentos e os processos de produção que determinam o produto final. Esta divisão é necessária, pois dois amplos sistemas de regulação sanitária concorrem perante um perplexo setor regulado. As instituições centrais são o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), que conceituam e determinam as variáveis da alimentação brasileira.</p>
<p>Por exemplo, o MAPA regula todos os produtos de origem animal. Porém, caso haja determinado percentual de vegetal no doce de leite, poderia haver um questionamento sobre o órgão regulador. O MAPA é responsável pela regulação de “bebidas”, inclusive polpas de frutas, mas a ANVISA é responsável por “água mineral” e “alimentos processados”. No caso de alimentos prontos para consumo, como o “açaí processado”, que poderia ser considerado “bebida”, este é regulado pela ANVISA.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_1050" style="width: 393px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1050" class="size-full wp-image-1050" src="https://novo.cerratinga.org.br/site/wp-content/uploads/2021/09/Quadro1.jpg" alt="" width="383" height="545" srcset="https://www.cerratinga.org.br/site/wp-content/uploads/2021/09/Quadro1.jpg 383w, https://www.cerratinga.org.br/site/wp-content/uploads/2021/09/Quadro1-211x300.jpg 211w" sizes="(max-width: 383px) 100vw, 383px" /><p id="caption-attachment-1050" class="wp-caption-text">Quadro 1: Distinção simplificada dos órgãos responsáveis pela regulação de alimentos, de acordo com o tipo de alimento.</p></div>
<p>O MAPA é a instância central e superior de um sistema que busca padronizar os órgãos estaduais e municipais de vigilância agropecuária<a name="_ednref1"></a>[i]. A ANVISA é uma agência que coordena o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS)<a name="_ednref2"></a>[ii], podendo delegar à estados e municípios suas atribuições. Com isso, para a regularização de um empreendimento de alimento é necessário determinar, pelo menos, o produto final e o mercado a ser acessado para iniciar uma verdadeira romaria aos órgãos licenciadores.</p>
<p>Essas duas variáveis, produto e mercado, possibilitariam localizar o órgão licenciador de suas atividades, que pode ser nas secretarias de saúde do município ou do estado, nos caso dos produtos relacionados ao SNVS. Também poderia ser nas secretarias de agricultura do município ou do estado, caso seja um produto de origem animal ou bebida. De qualquer forma, a vigilância sanitária municipal ou estadual deve regularizar a unidade de beneficiamento, caso seja alimento.</p>
<p>Porém, se o produtor tiver a “audácia” de atingir o mercado nacional, e este produto seja de origem animal, necessariamente teria que regularizar sua situação em um dos oito<a name="_ednref3"></a>[iii] entes federados aderidos ao sistema do MAPA (SUASA). Assim, o produto pode ser comercializado em todo território nacional. Caso contrário, também pode buscar o registro do seu produto/empreendimento diretamente nas superintendências do MAPA, em geral, localizadas nas capitais.</p>
<p>Por exemplo, um produtor de leite e derivados que realize o registro do seu empreendimento no município<a name="_ednref4"></a>[iv], considerando que o município tem instituído o Sistema de Inspeção Municipal (SIM), mas que não tem sua “equivalência” ao subsistema que regula os produtos de origem animal<a name="_ednref5"></a>[v], cuja sigla é “SISBI-POA”, tem sua comercialização restrita à área daquele município.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1051" src="https://novo.cerratinga.org.br/site/wp-content/uploads/2021/09/DSC08892.redimensionado-560x420-1.jpg" alt="" width="560" height="420" srcset="https://www.cerratinga.org.br/site/wp-content/uploads/2021/09/DSC08892.redimensionado-560x420-1.jpg 560w, https://www.cerratinga.org.br/site/wp-content/uploads/2021/09/DSC08892.redimensionado-560x420-1-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>O SUASA foi idealizado em 2006 para descentralizar a atuação do MAPA para estados e municípios. Porém, este se tornou um verdadeiro mosaico de regulamentos e subsistemas, que normatiza a produção de insumos, alimentos de origem animal e vegetal, cada qual em diferentes setores com total distinção entre si. Entre os três subsistemas instituídos, apenas o SISBI-POA, que regula produtos de origem animal, existe de fato, pois é evidente o interesse econômico na comercialização de alimentos processados de origem animal. Além disso, os subsistemas possuem estágios diferentes de descentralização (o SUASA Vegetal permite apenas que estados e o DF solicitem sua equivalência ao sistema federal), o que dificulta ainda mais o entendimento e a interpretação da legislação.</p>
<p>Caso um produtor de alimentos de origem animal ainda deseje regularizar sua produção, deve buscar o Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (RIISPOA<a name="_ednref6"></a>[vi]), instituído por decreto em 1952. Este é o regulamento para a produção “agroindustrial” de alimentos, que acaba por subtrair da sociedade o papel da produção artesanal e dos processos tradicionais de produção de alimentos. O processo de revisão desta legislação está em curso, mas continua a segregar produtores que não se enquadram no rígido modelo de padrão agroindustrial, focado em empresas de grande porte e não na agroindústria familiar.</p>
<p>Na tentativa de atenuar o fosso entre os setores marginalizados e o MAPA, foi lançada a IN/MAPA 16/2015<a name="_ednref7"></a>[vii] que tenta normatizar a “agroindustrialização” de produtos de origem animal nos estabelecimentos de pequeno porte, para agricultores familiares ou produtor rural, com determinado limite de área construída (250m²). Além disso, outras cinco cadeias serão regulamentadas (carne, pescado, leite, ovos, produtos das abelhas e derivados destas cadeias). Porém, a Instrução Normativa foi lançada à revelia de todo e qualquer setor, inclusive do corpo técnico do MAPA, que a questiona e não a reconhece, causando dificuldades no processo de regulamentação.</p>
<p>Para a agricultura familiar, apesar de não ter havido um processo de consulta, a IN 16/2015 promove avanços significativos, como os princípios da “razoabilidade”, “transparência de procedimentos”, “racionalização e simplificação para o registro sanitário”, entre outras, espelhadas na Resolução RDC 49<a name="_ednref8"></a>[viii] (ANVISA). Outra questão importante foi o reconhecimento da multifuncionalidade da unidade de produção, ou seja, mais de uma atividade produtiva pode ser realizada no mesmo ambiente. Também foi determinada a isenção do pagamento de taxas de registro e de inspeção sanitária.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1052" src="https://novo.cerratinga.org.br/site/wp-content/uploads/2021/09/DSC00221.redimensionado-560x402-1.jpg" alt="" width="560" height="402" srcset="https://www.cerratinga.org.br/site/wp-content/uploads/2021/09/DSC00221.redimensionado-560x402-1.jpg 560w, https://www.cerratinga.org.br/site/wp-content/uploads/2021/09/DSC00221.redimensionado-560x402-1-300x215.jpg 300w" sizes="(max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>Apesar dos avanços verificados, o processo de regulamentação foi iniciado com a cadeia de leite e derivados. O MAPA realizou reuniões com convidados, mas nenhum representante dos setores diretamente afetados pela norma participou das discussões. A única forma de participação das representações da agricultura familiar, foi promovida pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) com a realização de seminários. O MDA encaminhava as propostas e as discutia com o MAPA.</p>
<p>Por fim, o MAPA submeteu a proposta de IN, em 17 de dezembro de 2015, à consulta pública por 60 dias. Dificilmente representantes da agricultura familiar ou agroecologia e seus empreendimentos teriam acesso ao tipo de consulta pública praticada pelo MAPA, que é unicamente por meio eletrônico e com pouca divulgação. Entendo que as representações da agricultura familiar poderiam agregar pontos importantes à norma, com seu vasto conhecimento técnico e empírico, que fundamenta, muitas vezes, o conhecimento científico. A falta de diálogo e a soberba ideológica de uma sociedade de classes que trata com indiferença os desiguais, não poderia ser reproduzida na construção de uma política pública para a agricultura familiar e para a agroecologia.</p>
<p>No outro lado da moeda, mostrando que é possível ter uma legislação que atenda a maioria, tivemos o processo de construção de uma norma na ANVISA. Pela primeira vez, agricultores familiares e empreendimentos econômicos solidários, tiveram reconhecimento das suas atividades produtivas, a fim de proteger práticas, costumes, hábitos e conhecimentos tradicionais. Diferente de outras normas, inclusive da ANVISA, houve um amplo processo de consulta pública nas regiões, onde participaram efetivamente representantes de agricultores familiares, povos e comunidades tradicionais. A Resolução da Diretoria Colegiada da ANVISA n. 49/2013, buscou, de maneira geral, ser um instrumento facilitador e orientador para um público, até então, marginalizado no sistema de vigilância sanitária.</p>
<p>Diferente dos sistemas e subsistemas criados pelo MAPA, na vigilância sanitária, apenas um sistema central (SNVS) descentraliza as ações até o nível municipal. Nesse caso, os empreendimentos regularizados pelo município podem comercializar sua produção em todo território nacional. Porém, até a promulgação da RDC 49/2013, não havia qualquer distinção na avaliação discricionária dos agentes de vigilância sanitária, que salvo raras exceções, adotavam uma postura policialesca e sem qualquer razoabilidade.</p>
<p>A RDC 49 ainda precisa ser regulamentada em alguns estados e municípios, principalmente em relação à isenção de taxas de vigilância sanitária. Além disso, também é necessária a capacitação de agentes de fiscalização para que possam ter uma nova postura, adotando as diretrizes da “simplificação”, “racionalização”, “padronização de procedimentos” e a “razoabilidade quanto às exigências aplicadas”. Esta abertura propiciada pela ANVISA trouxe não apenas o reconhecimento da produção de empreendimentos familiares e artesanais, mas provocou ampla discussão nacional para a construção de novos marcos legais para a agricultura familiar, povos e comunidades tradicionais. Esta ainda é a esperança da população rural brasileira, produtora de alimentos saudáveis e representante dessa diversidade cultural.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Por Rodrigo A. Noleto<a name="_ednref9"></a>[ix]</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a name="_edn1"></a>[i] Em março de 2006 foi publicado o Decreto 5.741 que instituiu o Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (SUASA).</p>
<p><a name="_edn2"></a>[ii] O Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS) e a ANVISA foram criados pela Lei 9.782 de 26 de janeiro de 1999.</p>
<p><a name="_edn3"></a>[iii] Os estados da Bahia (único do Nordeste); Goiás e Distrito Federal; Minas Gerais e Espírito Santo; Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, têm seus sistemas de inspeção de produtos de origem animal, equivalentes ao sistema brasileiro (SISBI-POA), o qual permite sua comercialização em todo território nacional.</p>
<p><a name="_edn4"></a>[iv] Segundo a Confederação Nacional dos Municípios (CNM), em 2012, apenas 17% dos municípios tinham estruturado o Sistema de Inspeção Municipal (SIM), que permitiria o registro de produtos de “Origem Animal” e a sua comercialização apenas no município de origem da produção.</p>
<p><a name="_edn5"></a>[v] O Decreto de criação do SUASA (5.741/2006) constituiu os Sistemas Brasileiros de Inspeção de Produtos e Insumos Agropecuários (1. Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal; 2.  Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI-POA); e 3. Sistema Brasileiro de Inspeção de Insumos Agropecuários). Porém, apenas o sistema de inspeção de produtos de origem animal (SIBI-POA) está regulamentado e em funcionamento. Em 2014 foi promulgada a IN n. 20 do MAPA, que instituiu o SUASA-VEGETAL, permitindo que estados e o DF pudessem aderir ao sistema federal e comercializar sua produção em todo território nacional.</p>
<p><a name="_edn6"></a>[vi] Decreto n. 30.691 de 1952 &#8211; Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal.</p>
<p><a name="_edn7"></a>[vii] Instrução Normativa n. 16 de junho de 2015 – Estabelece as normas específicas de inspeção e a fiscalização sanitária de produtos de origem animal, referente às agroindústrias de pequeno porte.</p>
<p><a name="_edn8"></a>[viii] Resolução da Diretoria Colegiada da ANVISA, N. 49 de 31 de outubro 2013, que regulariza atividades de interesse sanitário dos seguintes setores:  i) microempreendedor individual, ii) empreendimento familiar rural e iii) empreendimento econômico solidário. A RDC 49/2013 foi publicada no DOU em 01 de novembro de 2013.</p>
<p><a name="_edn9"></a>[ix] Rodrigo Almeida Noleto, engenheiro florestal, assessor técnico do Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN) e coodenador do Projeto Pequenos Projetos Ecossociais no Arco do Desmatamento (Fundo Amazônia).</p>
<p>O post <a href="https://www.cerratinga.org.br/noticias/a-producao-brasileira-de-alimentos-e-as-dificuldades-enfrentadas-para-sua-regularizacao-sanitaria/">A Produção brasileira de alimentos e as dificuldades enfrentadas para sua regularização sanitária</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.cerratinga.org.br">Cerratinga</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.cerratinga.org.br/noticias/a-producao-brasileira-de-alimentos-e-as-dificuldades-enfrentadas-para-sua-regularizacao-sanitaria/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cagaita &#8211; Boas práticas de manejo para o extrativismo sustentável</title>
		<link>https://www.cerratinga.org.br/noticias/cagaita-boas-praticas-de-manejo-para-o-extrativismo-sustentavel/</link>
					<comments>https://www.cerratinga.org.br/noticias/cagaita-boas-praticas-de-manejo-para-o-extrativismo-sustentavel/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[cerratinga]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Mar 2016 21:39:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://novo.cerratinga.org.br/?p=1036</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia lança, em parceria com o ISPN e apoio do Funbio/TFCA, a cartilha de &#8220;Boas Práticas de Manejo para o Extrativismo Sustentável da Cagaita&#8220;, de autoria dos pesquisadores Dr. Aldicir Scariot e Dr. José Felipe Ribeiro. A publicação soma-se à coleção iniciada em 2011 pela Embrapa e ISPN, que já conta com outras&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.cerratinga.org.br/noticias/cagaita-boas-praticas-de-manejo-para-o-extrativismo-sustentavel/">Cagaita &#8211; Boas práticas de manejo para o extrativismo sustentável</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.cerratinga.org.br">Cerratinga</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia lança, em parceria com o ISPN e apoio do Funbio/TFCA, a cartilha de &#8220;<a href="https://ispn.org.br/cagaita-boas-praticas-de-manejo-para-o-extrativismo-sustentavel/" target="_blank" rel="noopener">Boas Práticas de Manejo para o Extrativismo Sustentável da Cagaita</a>&#8220;, de autoria dos pesquisadores Dr. Aldicir Scariot e Dr. José Felipe Ribeiro. A publicação soma-se à coleção iniciada em 2011 pela Embrapa e ISPN, que já conta com outras 11 cartilhas de boas práticas de processamento de frutos nativos do Cerrado e Caatinga.</p>
<p>Faça download do arquivo:<br />
<a href="https://ispn.org.br/cagaita-boas-praticas-de-manejo-para-o-extrativismo-sustentavel/" target="_blank" rel="noopener">Cartilha Boas Práticas de Manejo para o Extrativismo Sustentável da Cagaita</a><br />
71 páginas (.pdf 3,31 Mb)</p>
<p>O post <a href="https://www.cerratinga.org.br/noticias/cagaita-boas-praticas-de-manejo-para-o-extrativismo-sustentavel/">Cagaita &#8211; Boas práticas de manejo para o extrativismo sustentável</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.cerratinga.org.br">Cerratinga</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.cerratinga.org.br/noticias/cagaita-boas-praticas-de-manejo-para-o-extrativismo-sustentavel/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Instituto ATÁ e parceiros inauguram boxes de produtos da biodiversidade no Mercado Municipal de Pinheiros</title>
		<link>https://www.cerratinga.org.br/noticias/instituto-ata-e-parceiros-inauguram-boxes-de-produtos-da-biodiversidade-no-mercado-municipal-de-pinheiros/</link>
					<comments>https://www.cerratinga.org.br/noticias/instituto-ata-e-parceiros-inauguram-boxes-de-produtos-da-biodiversidade-no-mercado-municipal-de-pinheiros/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[cerratinga]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Mar 2016 21:37:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://novo.cerratinga.org.br/?p=1033</guid>

					<description><![CDATA[<p>A cidade de São Paulo ganha em março um novo alento para os sabores brasileiros. Estão sendo abertos neste mês quatro novos boxes do Mercado Municipal de Pinheiros, focados em ingredientes de diferentes biomas do Brasil, que ficarão sob curadoria do Instituto ATÁ em parceria com o Instituto Socioambiental, o Instituto Auá, a Central do&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.cerratinga.org.br/noticias/instituto-ata-e-parceiros-inauguram-boxes-de-produtos-da-biodiversidade-no-mercado-municipal-de-pinheiros/">Instituto ATÁ e parceiros inauguram boxes de produtos da biodiversidade no Mercado Municipal de Pinheiros</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.cerratinga.org.br">Cerratinga</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cidade de São Paulo ganha em março um novo alento para os sabores brasileiros. Estão sendo abertos neste mês quatro novos boxes do Mercado Municipal de Pinheiros, focados em ingredientes de diferentes biomas do Brasil, que ficarão sob curadoria do Instituto ATÁ em parceria com o Instituto Socioambiental, o Instituto Auá, a Central do Cerrado e o grupo Quintana. O Café Mocotó, aberto em janeiro, também faz parte do projeto.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1034 aligncenter" src="https://novo.cerratinga.org.br/site/wp-content/uploads/2021/09/conviteMERCADO_PINHEIROS-280x281-1.jpg" alt="" width="280" height="281" srcset="https://www.cerratinga.org.br/site/wp-content/uploads/2021/09/conviteMERCADO_PINHEIROS-280x281-1.jpg 280w, https://www.cerratinga.org.br/site/wp-content/uploads/2021/09/conviteMERCADO_PINHEIROS-280x281-1-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 280px) 100vw, 280px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As seis organizações formam um coletivo, que desenvolve diversos projetos com comunidades locais e tradicionais aliados à valorização dos ingredientes nativos. A ideia é facilitar o caminho para que os produtos estejam disponíveis no Mercado de forma qualificada, com preço justo e respeitando as peculiaridades de cada região.</p>
<p>Os cinco espaços temáticos dividem-se em Amazônia, Mata Atlântica, Pampas, Cerrado e Caatinga e trarão frutas, castanhas, polpas, óleos, farinhas, especiarias, temperos e o rico artesanato de todo o Brasil.<br />
O espaço da área comum também será utilizado para cursos, demonstrações e degustações, além de manifestações artísticas, como pocket shows, teatro, intervenção de artistas plásticos e designers, trazendo ainda mais atrativos para o novo momento deste centenário equipamento público.</p>
<div class="text_exposed_show">
<p><strong>FORTALECER A CADEIA DO ALIMENTO</strong></p>
<p>O projeto do Instituto ATÁ no Mercado de Pinheiros atua em várias frentes. Um de seus principais objetivos é trazer luz à rica biodiversidade do Brasil, que se traduz em um leque sem-fim de ingredientes, repletos de aromas e sabores desconhecidos de grande parte de nossa população.</p>
<p>Outro objetivo é fortalecer a ponta da cadeia, contribuindo para que esse grupo de pequenos produtores, artesãos e comunidades se estruturem e sejam remunerados de maneira justa, tornando seus negócios sustentáveis economicamente, e facilitando sua entrada no competitivo mercado paulistano. O papel aqui de todas as organizações envolvidas é de construir pontes entre o consumidor e o pequeno produtor, buscando encurtar o caminho do campo à mesa.</p>
<p>Como não haverá intermediários em todo o processo, os boxes se consolidarão também como um grande showroom, possibilitando outros negócios para as comunidades, os artesãos e os pequenos produtores. A expectativa é que os boxes sejam um estímulo para o comércio de varejo e um incubador de negócios para esses produtos. Seja com chefs e restaurantes que terão acesso ali a produtos vindos de locais distantes, seja para outros pontos de venda, com empórios e restaurantes. O projeto pretende ser o ponto de partida para uma rede que se estenderá por toda a cidade.</p>
<p>O chef Alex Atala, do Instituto ATÁ, acredita que criar uma demanda para esses produtos, apresentando-os ao público consumidor, e tornar viável o uso dos ingredientes brasileiros não apenas em suas regiões de origem é também uma poderosa ferramenta de preservação do meio ambiente.</p>
<p><strong>CONHEÇA ALGUNS PRODUTOS QUE SERÃO COMERCIALIZADOS NOS NOVOS BOXES DO MERCADO DE PINHEIROS</strong></p>
<p><strong><u>Bioma Amazônia / Mata Atlântica (Instituto ATÁ)</u></strong></p>
<p>&#8211; Tucupi<br />
&#8211; Molho de tucupi preto<br />
&#8211; Maniva precozida<br />
&#8211; Mini-arroz do Vale do Paraíba<br />
&#8211; Farinha piracuí<br />
&#8211; Farinha de milho biju<br />
&#8211; Cachaça de jambu<br />
&#8211; Cumaru<br />
&#8211; Açúcar aromatizado com cumaru<br />
&#8211; Aviú<br />
&#8211; Queijo marajoara<br />
&#8211; Doce de cupuaçu<br />
&#8211; Farinha d’água<br />
&#8211; Feijão manteiguinha<br />
&#8211; Geleia de jambu<br />
&#8211; Geleia de priprioca<br />
&#8211; Polpa de bacuri<br />
&#8211; Polpa de murici<br />
&#8211; Polpa de taperebá</p>
<p><u></u><strong><u>Bioma Amazônia (Instituto Socioambiental)</u></strong></p>
<p>&#8211; Pimenta baniwa<br />
&#8211; Mel dos Índios do Xingu<br />
&#8211; Castanha do Pará<br />
&#8211; Farinha de mesocarpo de babaçu<br />
&#8211; Farinha de mandioca<br />
&#8211; Banana chips<br />
&#8211; Taiada<br />
&#8211; Rapadura<br />
&#8211; Óleo de Pequi<br />
&#8211; Pimenta do Xingu. Ainda não disponível<br />
&#8211; Azeite de castanha. Ainda não disponível<br />
&#8211; Óleo de babaçu. Ainda não disponível<br />
&#8211; Cerâmica Baniwa<br />
&#8211; Cerâmica Yudja<br />
&#8211; Cerâmica Wauja</p>
<p><u></u><strong><u>Bioma Mata Atlântica (Instituto Auá)</u></strong></p>
<p>&#8211; Cachaça curtida com cambuci, com pelo menos 400 anos de tradição no alto da Serra do Mar de São Paulo<br />
&#8211; Xarope de cambuci, com tradição centenária na região, sendo excelente expectorante<br />
&#8211; Licores de grumixama, araçá, cambuçá, pitanga e outras nativas, produzidos em Parelheiros, no extremo sul da cidade de São Paulo<br />
&#8211; Paleta de uvaia artesanal da marca Empório Mata Atlântica<br />
&#8211; Geleias de Cambuci, Uvaia, Juçara e outras nativas, de diversos produtores da Serra do Mar Paulista<br />
&#8211; Antepastos, molhos e chutney à base de Cambuci<br />
&#8211; Granola com juçara, produto exclusivo de São Luiz de Paraitinga<br />
&#8211; Mudas de cambuci, grumixama e araçá<br />
&#8211; Cambuci congelado da Rota do Cambuci</p>
<p><u></u><strong><u>Bioma Cerrado/Caatinga (Central do Cerrado)</u></strong></p>
<p>&#8211; Óleos vegetais (babaçu, pequi, macaúba)<br />
&#8211; Farinhas (jatobá, babaçu e buriti)<br />
&#8211; Castanhas como a de baru e pequi<br />
&#8211; Geleias, licores, doces e polpas de frutas nativas do Cerrado e da Caatinga<br />
&#8211; Artesanatos de Capim Dourado<br />
&#8211; Tecelagens com pigmentos naturais e outros produtos associados ao modo de vida dos agroextrativistas<br />
&#8211; Produtos das Mulheres Quebradeiras de Coco de Babaçu, que possuem uma relação muito forte com as matas de cocais ou babaçuais de onde tiram inúmeros produtos para seu sustento e possuem uma luta muito forte em defesa do direito a suas terras e territórios e contra a grilagem de terras</p>
<p><strong><u>Bioma Pampas (Marcos Livi/Quintana)</u></strong></p>
<p>&#8211; Mel branco de Cambará do Sul<br />
&#8211; Pimentas de Turuçu<br />
&#8211; Charque de gado de Santana do Livramento<br />
&#8211; Charque de cordeiro feito pelo chef Márcio Avilla, de Pelotas<br />
&#8211; Artesanato em nó de pinho, lascas de araucária, lã de ovelha<br />
&#8211; Carne de ovelhas crioulas do Projeto Monã<br />
&#8211; Sucos de frutas nativas, como butiá<br />
&#8211; Arroz cachinho, de Sentinela do Sul, uma semente quase crioula, esquecida por 100 anos e agora novamente sendo resgatada e gerando uma nova fonte de renda a uma associação de 23 produtores. Disponível apenas em maio.</p>
<p><u></u><strong><u>Bioma Caatinga (Mocotó)</u></strong></p>
<p>&#8211; Manteiga de garrafa<br />
&#8211; Pimentas<br />
&#8211; Farinhas<br />
&#8211; Cachaça<br />
&#8211; Cervejas artesanais<br />
&#8211; e pratos típicos nordestinos</p>
<p><strong>Sobre o Instituto ATÁ</strong></p>
<p>O Instituto ATÁ é a primeira entidade brasileira a se dedicar exclusivamente à relação do homem com o alimento. Iniciativa de um inédito e diverso grupo de lideranças da sociedade civil e do mundo empresarial, incluindo nomes como o chef Alex Atala, Beto Ricardo (Instituto Socioambiental) e Roberto Smeraldi (Amigos da Terra, Amazônia Brasileira), a missão do Instituto é “aproximar o saber do comer, o comer do cozinhar, o cozinhar do produzir, o produzir do ambiente”. Nesse quadro, procura valorizar e fortalecer a diversidade de territórios e saberes, o ato de se alimentar como fator integrante da cultura, as melhores práticas de sustentabilidade na produção e no consumo, a limitação de perdas e desperdício, a qualidade e identidade das cozinhas do Brasil no mundo, a segurança alimentar e nutricional, a tecnologia e inovação na produção, transformação e distribuição do alimento e a valorização de negócios de base familiar e comunitária.<br />
Entre os projetos de destaque da entidade estão: a marca Retratos do Gosto, a pimenta baniwa (em parceria com o ISA), o projeto Gastronomia nos Presídios, os arrozes especiais do Vale do Paraíba, mel de abelhas nativas, cogumelos comestíveis brasileiros, Galinhadas beneficentes e outros.  Mais informações em: <a href="http://www.institutoata.org.br/" target="_blank" rel="noopener">www.institutoata.org.br</a>| <a href="http://www.facebook.com/institutoata" target="_blank" rel="noopener">www.facebook.com/institutoata</a>.</p>
<p><strong>Sobre o Instituto Socioambiental</strong></p>
<p>O Instituto Socioambiental (ISA) é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) e há mais de 20 anos defende uma perspectiva socioambiental para o Brasil, buscando uma relação mais equilibrada entre sociedade e natureza, com ênfase na defesa dos direitos das comunidades tradicionais e dos povos indígenas. Nesta trajetória, o ISA desenvolve programas e projetos em diferentes regiões do Brasil, como no Xingu, no Vale do Ribeira e na Bacia do Rio Negro, territórios que funcionam como nossas raízes, ao mesmo tempo que atuamos na agenda política nacional dos principais temas socioambientais. Mais informações em <a href="http://www.socioambiental.org/" target="_blank" rel="noopener">www.socioambiental.org</a> | <a href="https://www.facebook.com/institutosocioambiental" target="_blank" rel="noopener">https://www.facebook.com/institutosocioambiental</a>.</p>
<p><strong>Sobre o Instituto Auá</strong></p>
<p>O Instituto Auá de Empreendedorismo Socioambiental é uma ONG com quase duas décadas de existência, atuando com o propósito de valorização do potencial humano e fortalecimento de empreendimentos para a sustentabilidade. A frente de agroecologia do Instituto Auá investe em formas de cultivo que respeitam a natureza, a terra e o agricultor, com ênfase nos produtores familiares da Serra do Mar (dentro do Cinturão Verde de São Paulo) e na estruturação da cadeia de frutos nativos por meio de um Arranjo Produtivo Sustentável. Sempre com base no comércio justo que reverte em renda para a agricultura familiar e a valorização de empreendimentos locais. A ONG atua com quatro grandes empreendimentos socioambientais: a Aldeia Educadora, a Banca Orgânica, a Rota do Cambuci e a Agência de Ecomercado, do qual o Empório Mata Atlântica é uma das iniciativas, fazendo o elo entre os produtores locais e os consumidores finais, realizando a distribuição de produtos nativos do bioma, como o Cambuci. Mais informações em <a href="http://institutoaua.org.br/" target="_blank" rel="noopener">www.aua.org.br</a>.</p>
<p><strong>Sobre a Central do Cerrado</strong></p>
<p>A Central do Cerrado é uma central de cooperativas que promove e comercializa produtos de cerca de 50 organizações de 10 estados brasileiros que desenvolvem atividades produtivas a partir do uso sustentável da biodiversidade do Cerrado e da Caatinga. Funciona como uma ponte entre produtores comunitários e consumidores, além de promover a divulgação e inserção dos produtos comunitários de uso sustentável do Cerrado nos mercados locais, regionais e internacionais. A Central do Cerrado serve também como centro de disseminação de informações, intercâmbio e apoio técnico para as comunidades na melhoria dos seus processos produtivos, organizacionais e de gestão. Tem como objetivo a manutenção da diversidade ambiental e cultural associadas aos Meios de Vida Sustentáveis por meio do fortalecimento das iniciativas produtivas comunitárias que conciliam conservação ambiental e cultural com geração de renda e desenvolvimento local. Mais informações em: <a href="http://www.centraldocerrado.org.br/" target="_blank" rel="noopener">www.centraldocerrado.org.br</a>.</p>
<p><strong>Sobre Marcos Livi </strong></p>
<p>Profundo conhecedor dos sabores de seu Estado de origem, o Rio Grande do Sul, Marcos Livi é um grande defensor daquela cozinha. Formado cozinheiro chef internacional pelo SENAC, abriu em São Paulo os bares Veríssimo e Quintana, reconhecidos como verdadeiras embaixadas daquela região na cidade. É responsável pela curadoria do Bioma Pampa no projeto do Instituto ATÁ no Mercado de Pinheiros. Mais informações em: <a href="http://www.quintana.bar/" target="_blank" rel="noopener">www.quintana.bar</a>.</p>
<p><strong>Sobre Mocotó</strong></p>
<p>Sob o comando do premiado chef Rodrigo Oliveira, o Mocotó hoje conta com quatro empreendimentos. A primeira casa do grupo, o Mocotó, é a marca da parceria entre Seu Zé Almeida e Rodrigo Oliveira. Aberto em 1973, alia a tradição à inovação, reverenciando ícones da cozinha sertaneja, a cachaça, caipirinhas e cervejas artesanais. Instalado na Vila Medeiros, tornou-se um ponto turístico da cidade. O Esquina Mocotó, aberto em 2013, ao lado do Mocotó, é o espaço para a cozinha autoral de Rodrigo. Focado na cozinha paulista contemporânea, também é detentor de prêmios e elogios da crítica. O Mocotó Aqui é o food truck do Mocotó. Pronto para colocar o pé na estrada, o Mocotó Aqui possibilita provar as delícias do sertão nordestino em diferentes espaços e eventos. A mais nova empreitada do chef é o Mocotó Café. Instalado no Mercado de Pinheiros, zona oeste de São Paulo, o café faz parte do projeto do Instituto ATÁ no Mercado, que busca resgatar e valorizar os ingredientes brasileiros. O cardápio enxuto contempla quitutes como<br />
cuscuz, tapioca, pães artesanais, cafés especiais e uma seleção dos clássicos da casa na hora do almoço. Mais informações em <a href="http://www.mocoto.com.br/" target="_blank" rel="noopener">www.mocoto.com.br</a>.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>Mercado Municipal de Pinheiros</strong><br />
Rua Pedro Cristi, 89, Pinheiros<br />
Horário de funcionamento: segunda a sábado, das 8h às 18h. Fecha aos domingos.</p>
<p><strong>Informações à imprensa Instituto ATÁ e chef Alex Atala</strong><br />
Giuliana Bastos<br />
<a>imprensa@domrestaurante.com.br</a> &#8211; Cel. (11) 99426-6973<br />
Guilherme Umeda<br />
<a>imprensa@dalvaedito.com.br</a> &#8211; Tel. (11) 3062-3592</p>
<p><strong>Informações à imprensa Mercado Municipal de Pinheiros </strong><br />
Secretaria Desenvolvimento, Trabalho e Empreendedorismo<br />
Assessoria de Comunicação<br />
imprensasdte@prefeitura.sp.gov.br<br />
Tel.: 11 3224 6000 Ramais 6193 ou 6207<br />
<a href="http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/trabalho/" target="_blank" rel="noopener">www.prefeitura.sp.gov.br/trabalho</a></p>
</div>
<p>O post <a href="https://www.cerratinga.org.br/noticias/instituto-ata-e-parceiros-inauguram-boxes-de-produtos-da-biodiversidade-no-mercado-municipal-de-pinheiros/">Instituto ATÁ e parceiros inauguram boxes de produtos da biodiversidade no Mercado Municipal de Pinheiros</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.cerratinga.org.br">Cerratinga</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.cerratinga.org.br/noticias/instituto-ata-e-parceiros-inauguram-boxes-de-produtos-da-biodiversidade-no-mercado-municipal-de-pinheiros/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>lSPN lança cartilha sobre extrativismo sustentável de Cascas de Árvores</title>
		<link>https://www.cerratinga.org.br/noticias/lspn-lanca-cartilha-sobre-extrativismo-sustentavel-de-cascas-de-arvores/</link>
					<comments>https://www.cerratinga.org.br/noticias/lspn-lanca-cartilha-sobre-extrativismo-sustentavel-de-cascas-de-arvores/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[cerratinga]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2015 21:36:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://novo.cerratinga.org.br/?p=1031</guid>

					<description><![CDATA[<p>A cartilha sobre cascas de árvores, a 11ª da série &#8220;Boas Práticas de Manejo para o Extrativismo Sustentável&#8221;, é voltada para extrativistas, assessores técnicos, associações e cooperativas que trabalham direta ou indiretamente com cascas. A cartilha foi elaborada por Bruno Filizola e Maurício Bonesso e é fruto da parceria do ISPN com o Programa das Nações&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.cerratinga.org.br/noticias/lspn-lanca-cartilha-sobre-extrativismo-sustentavel-de-cascas-de-arvores/">lSPN lança cartilha sobre extrativismo sustentável de Cascas de Árvores</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.cerratinga.org.br">Cerratinga</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cartilha sobre cascas de árvores, a 11ª da série &#8220;Boas Práticas de Manejo para o Extrativismo Sustentável&#8221;, é voltada para extrativistas, assessores técnicos, associações e cooperativas que trabalham direta ou indiretamente com cascas.</p>
<p>A cartilha foi elaborada por Bruno Filizola e Maurício Bonesso e é fruto da parceria do ISPN com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e a Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, realizada com apoio do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), por meio do TFCA (Tropical Forest Conservation Act) do governo norte-americano.</p>
<p>No material há informações sobre a importância das cascas de árvores, boas práticas de manejo, principais desafios para o extrativismo, marcos regulatórios, além de receitas e grupos de referência.</p>
<p>A distribuição da cartilha é gratuita e está disponível <a href="https://ispn.org.br/cascas-boas-praticas-de-manejo-para-o-extrativismo-sustentavel/" target="_blank" rel="noopener">clicando aqui</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.cerratinga.org.br/noticias/lspn-lanca-cartilha-sobre-extrativismo-sustentavel-de-cascas-de-arvores/">lSPN lança cartilha sobre extrativismo sustentável de Cascas de Árvores</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.cerratinga.org.br">Cerratinga</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.cerratinga.org.br/noticias/lspn-lanca-cartilha-sobre-extrativismo-sustentavel-de-cascas-de-arvores/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>lSPN lança cartilha sobre extrativismo sustentável do jatobá</title>
		<link>https://www.cerratinga.org.br/noticias/lspn-lanca-cartilha-sobre-extrativismo-sustentavel-do-jatoba/</link>
					<comments>https://www.cerratinga.org.br/noticias/lspn-lanca-cartilha-sobre-extrativismo-sustentavel-do-jatoba/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[cerratinga]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2015 21:35:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://novo.cerratinga.org.br/?p=1029</guid>

					<description><![CDATA[<p>A cartilha sobre o jatobá, a 10ª da série &#8220;Boas Práticas de Manejo para o Extrativismo Sustentável&#8221;, é voltada para extrativistas, assessores técnicos, associações e cooperativas, que trabalham direta ou indiretamente com o fruto. A cartilha foi elaborada por Camila Costa e é fruto da parceria do ISPN com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.cerratinga.org.br/noticias/lspn-lanca-cartilha-sobre-extrativismo-sustentavel-do-jatoba/">lSPN lança cartilha sobre extrativismo sustentável do jatobá</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.cerratinga.org.br">Cerratinga</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cartilha sobre o jatobá, a 10ª da série &#8220;Boas Práticas de Manejo para o Extrativismo Sustentável&#8221;, é voltada para extrativistas, assessores técnicos, associações e cooperativas, que trabalham direta ou indiretamente com o fruto.</p>
<p>A cartilha foi elaborada por Camila Costa e é fruto da parceria do ISPN com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e a Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, realizada com apoio do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), por meio do TFCA (Tropical Forest Conservation Act) do governo norte-americano.</p>
<p>No material há informações sobre a importância da árvore do jatobá, boas práticas de manejo, principais desafios para o extrativismo, marcos regulatórios, além de receitas e grupos de referência.</p>
<p>A distribuição da cartilha é gratuita e está disponível <a href="https://ispn.org.br/jatoba-boas-praticas-de-manejo-para-o-extrativismo-sustentavel/" target="_blank" rel="noopener">clicando aqui</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.cerratinga.org.br/noticias/lspn-lanca-cartilha-sobre-extrativismo-sustentavel-do-jatoba/">lSPN lança cartilha sobre extrativismo sustentável do jatobá</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.cerratinga.org.br">Cerratinga</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.cerratinga.org.br/noticias/lspn-lanca-cartilha-sobre-extrativismo-sustentavel-do-jatoba/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ISPN lança livro Agricultores que Cultivam Árvores no Cerrado</title>
		<link>https://www.cerratinga.org.br/noticias/ispn-lanca-livro-agricultores-que-cultivam-arvores-no-cerrado/</link>
					<comments>https://www.cerratinga.org.br/noticias/ispn-lanca-livro-agricultores-que-cultivam-arvores-no-cerrado/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[cerratinga]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2014 20:32:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://novo.cerratinga.org.br/?p=1026</guid>

					<description><![CDATA[<p>O ISPN, juntamente com a Embrapa Cenargen, o WWF Brasil e dezenas de agricultores espalhados por todo o Cerrado, lançam em parceria o livro &#8220;Agricultores que Cultivam Árvores no Cerrado&#8221;. O livro descreve, em reconhecimento aos saberes locais, diversas técnicas desenvolvidas e aprimoradas por agricultores familiares para aumentar a quantidade de árvores de Cerrado nas&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.cerratinga.org.br/noticias/ispn-lanca-livro-agricultores-que-cultivam-arvores-no-cerrado/">ISPN lança livro Agricultores que Cultivam Árvores no Cerrado</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.cerratinga.org.br">Cerratinga</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ISPN, juntamente com a Embrapa Cenargen, o WWF Brasil e dezenas de agricultores espalhados por todo o Cerrado, lançam em parceria o livro &#8220;Agricultores que Cultivam Árvores no Cerrado&#8221;.</p>
<p>O livro descreve, em reconhecimento aos saberes locais, diversas técnicas desenvolvidas e aprimoradas por agricultores familiares para aumentar a quantidade de árvores de Cerrado nas propriedades rurais. Dessa forma, pretende-se estimular a conservação e a restauração dos recursos naturais e fortalecer a autonomia dos agricultores no uso de técnicas alternativas e adaptadas às condições locais.</p>
<p>O evento de lançamento será realizado no dia 13 de novembro, às 16h, no Edifício do CRAD, na Universidade de Brasília, e contará com diversos debates. Na ocasião também serão lançados os livros: “Guia do observador de árvores” e “Coletar, manejar e armazenar as experiências da Rede Sementes do Xingu”.</p>
<p>Para baixar gratuitamente o livro, <a href="https://ispn.org.br/agricultores-que-cultivam-arvores-no-cerrado/" target="_blank" rel="noopener">clique aqui</a>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1027" src="https://novo.cerratinga.org.br/site/wp-content/uploads/2021/09/convite-lancamento-livro.jpg" alt="" width="800" height="956" srcset="https://www.cerratinga.org.br/site/wp-content/uploads/2021/09/convite-lancamento-livro.jpg 800w, https://www.cerratinga.org.br/site/wp-content/uploads/2021/09/convite-lancamento-livro-251x300.jpg 251w, https://www.cerratinga.org.br/site/wp-content/uploads/2021/09/convite-lancamento-livro-768x918.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p>O post <a href="https://www.cerratinga.org.br/noticias/ispn-lanca-livro-agricultores-que-cultivam-arvores-no-cerrado/">ISPN lança livro Agricultores que Cultivam Árvores no Cerrado</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.cerratinga.org.br">Cerratinga</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.cerratinga.org.br/noticias/ispn-lanca-livro-agricultores-que-cultivam-arvores-no-cerrado/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>lSPN lança cartilha sobre extrativismo sustentável do licuri</title>
		<link>https://www.cerratinga.org.br/noticias/lspn-lanca-cartilha-sobre-extrativismo-sustentavel-do-licuri/</link>
					<comments>https://www.cerratinga.org.br/noticias/lspn-lanca-cartilha-sobre-extrativismo-sustentavel-do-licuri/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[cerratinga]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2014 20:31:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://novo.cerratinga.org.br/?p=1024</guid>

					<description><![CDATA[<p>A cartilha sobre o licuri, a 9ª da série &#8220;Boas Práticas de Manejo para o Extrativismo Sustentável&#8221;, é voltada para extrativistas, assessores técnicos, associações e cooperativas, que trabalham direta ou indiretamente com a palmeira licuri. A cartilha foi elaborada por Valda Aroucha e Maurício Aroucha, ambos da Ong Agendha. O foco de atuação da Agendha é&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.cerratinga.org.br/noticias/lspn-lanca-cartilha-sobre-extrativismo-sustentavel-do-licuri/">lSPN lança cartilha sobre extrativismo sustentável do licuri</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.cerratinga.org.br">Cerratinga</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cartilha sobre o licuri, a 9ª da série &#8220;Boas Práticas de Manejo para o Extrativismo Sustentável&#8221;, é voltada para extrativistas, assessores técnicos, associações e cooperativas, que trabalham direta ou indiretamente com a palmeira licuri.</p>
<p>A cartilha foi elaborada por Valda Aroucha e Maurício Aroucha, ambos da Ong Agendha. O foco de atuação da Agendha é a conservação e uso sustentável das caatingas e tem acumulado experiências com a dinamização das cadeias produtivas do licuri e outros produtos da sociobiodiversidade na Caatinga.</p>
<p>A publicação é fruto da parceria do ISPN com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e a Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, realizada com apoio do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), por meio do TFCA (Tropical Forest Conservation Act) do governo norteamericano.  No material há informações sobre a importância da palmeira na região semiárida, boas práticas de manejo, principais desafios para o extrativismo, marcos regulatórios, além de receitas e grupos de referência.</p>
<p>A distribuição da cartilha é gratuita e está disponível clicando <a href="https://ispn.org.br/licuri-boas-praticas-de-manejo-para-o-extrativismo-sustentavel/">aqui</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.cerratinga.org.br/noticias/lspn-lanca-cartilha-sobre-extrativismo-sustentavel-do-licuri/">lSPN lança cartilha sobre extrativismo sustentável do licuri</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.cerratinga.org.br">Cerratinga</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.cerratinga.org.br/noticias/lspn-lanca-cartilha-sobre-extrativismo-sustentavel-do-licuri/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
